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Ingredientes:
1 galinha (de preferência caipira) cortada nas juntas
Sangue de 1 galinha misturado com
2 colheres (sopa)de vinagre para não talhar4 dentes de alho
½ copo (americano) de vinagre de vinho branco1
½ (litro) de óleo de milho
1 cebola picadinha
6 tomates sem pele e sem sementes picados em cubos
2 pimentas dedo-de-moça sem sementes picadinhas
1 maço de cheiro verde bem picadinho
Sal a gostoModo de preparo: O ideal é comprar a galinha abatida no dia do preparo e pedir para guardar o sangue fresco, acrescido de vinagre para compor o molho.
Tempere a galinha com 2 dentes de alho picados, vinagre, sal, pimenta-do-reino e reserve por 30 minutos.
Separe a marinada e frite a galinha com bastante óleo quente, até ficar dourada. Reserve.
Aqueça 3 colheres (sopa) de óleo e refogue a cebola, o alho restante, o tomate e a pimenta dedo de-moça.
Acrescente ao refogado a galinha com a marinada, cubra com água e cozinhe até a carne ficar macia.
Junte o sangue, misture bem e deixe o molho encorpar.
Acrescente o cheiro verde, acerte o tempero e sirva com angu, arroz branco e couve refogada.
Tempo de preparo:1 hora e 40 minuto
A galinha ao molho pardo(no sudeste) ou à cabidela(no nordeste) é uma herança portuguesa no Brasil desde o século 18. A origem do nome em Portugal teria vindo dos “cabos”, antiga designação portuguesa para as extremidades do animal, ou seja, a perna, a asa e o pescoço. Daí cabadela, cabedela ou cabidela. No Brasil, o prato recebeu o nome de “galinha ao molho pardo” por conta da cor escura desse molho. É uma receita que deve ser divulgada com o objetivo de manter a cozinha brasileira dentro das nossas casas. O prato faz parte de nosso cotidiano mineiro e também aparece em cardápios de muitos restaurantes dedicados à nossa cultura. O patrimônio cultural alimentar do Brasil deve ser valorizado. Promover o conhecimento da nossa própria culinária, muitas vezes desvalorizada e esquecida, é primordial para a preservação da nossa identidade cultural
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